sexta-feira, abril 10, 2009

Doce da Casa

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E por hoje deixo-vos, com a sobremesa, depois de dois pratos (de peixe, que hoje é Sexta-Feira Santa) bem servidos.



- Então e a menina tem alguma doença crónica?_________________________________
- Sim. Sou bronco-asmática de vez em quando.
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A gata Christie

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Há quem relembre os momentos tristes, eu prefiro lembrar os alegres. Não sei o dia certo, mas foi por esta altura, faz sete anos. E também era Páscoa.






Atirei o pau à gata
Mas a gata não o quis
Porque diz que sem o pau
Ela é muito mais feliz

É mentira!
Não pode ser
Porque o pau
Dá-lhe prazer


Dona Chica admirou-se
Com o berro, com o berro
Que a gata deu
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Miaaaaaaaaaauuuuuuuuuuu!
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História Infantil

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Para um puto de quatro anos que diz ter uma namorada chamada Franciscona


Era uma vez uma carochinha muito bonitinha (arghhhhh) que andava a varrer a cozinha e encontrou uma moedinha. Foi comprar um vestido muito bonito e pôs-se à janela (sou só eu ou a nossa carochinha tem um enorme par de seios?) disposta a compr... arranjar um marido.

- Quem quer casar com a carochinha que é muito rica e bonitinha (arghhhhh)?

Apareceu um cavalo, muito bem aprumado e cheio de charme... A carochinha ficou inicialmente encantada, mas quando o olhou de alto a baixo tirou-o de imediato do pensamento. Compreendeu nesse instante o sentido da expressão "quinta pata do cavalo" e sentiu-se muito pequenina...

Logo depois surgiu um carneiro, imponente e de lã bem aparada. A carochinha ainda hesitou uns instantes, afinal cornos ele já tinha e não iria estranhar, mas o semblante carregado do pretendente não combinaria bem com a sua alegria natural...

Foi a vez de chegar...

*Um monsto!*

Um monstro?! Tá bem...

Foi a vez de chegar um monstro, muito grande, muito feio, uma mistura de Pavarotti com Manuela Ferreira Leite. A carochinha, que tinha a PDM, olhou para ele com ar de gozo e disse-lhe: "Continua a mandar postais. Gosto muito de ti!"

De seguida...

* É a vaca!*

A vaca?! Oh god...

De seguida vem uma vaca, com olhos meigos e doces, disposta a tentar a sua sorte. "Olha lá, nunca ouviste dizer que não há lugar pra dois galos na mesma capoeira?" - atira-lhe a carochinha de cima dos seus sapatos de tacão novinhos em folha.

*Agora é a ovelha!*

Opah! Vamos lá com calma. Aqui no blog não temos nada contra as relações entre pessoas do mesmo sexo, mas a nossa protagonista, apesar de gostar da fruta, dá preferência a algo mais tradicional (o show-off também tem muita importância no mundo do faz-de-conta).

Apareceu então um rato. Não... apareceu O João Ratão. Muito elegante e discreto e bem à medida da carochinha. Foi amor à segunda vista! Sim, porque à primeira a carochinha ainda estava a limpar os óculos, embaciados pelo bafo da vaca, que julgava estar num casting para o novo musical do La Féria "Nas Palhas Deitado, Nas Palhas Estendido".

Marcaram a data do casório e convidaram toda a gente, ia ser um dia inesquecível. A noiva estava linda no seu vestido branco oferecido pela madrinha, uma cotovia de penas amarelas, vermelhas e cor-de-rosa... A igreja estava toda iluminada, ela estava já casada... e lá foram para o copo-de-água. O banquete tinha tudo do bom e do melhor. Faisão, caviar, bifes de cebolada... Ah, e as sobremesas... arroz doce, marmelada, bolo de bolacha barrado com tulicreme...

E, como todos sabemos, viveram felizes para sempre!


quinta-feira, abril 02, 2009

9:59 *

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* De ontem... Só deixei para publicar hoje, não fossem julgar que era mentira! ___________________________________________________________________


Não tinha tomado o pequeno- almoço, e como ainda não era tarde a cafetaria era o destino. Pelos vidros já dava para ver que havia alguma fila. Abro a porta e vejo-o, mesmo no fim da dita. "Mas... este é o... " Nos milésimos de segundo que se seguiram os meus neurónios foram mais rápidos que os meus olhos. "Se ele está aqui, é ela que está ao lado". Era.

No espaço de 96 horas vi-a de duas maneiras que nunca a tinha visto. Nua e a 50 cm de mim! Sim, leram bem. Mas, obviamente, os tais 5760 minutos separaram as duas.

Após a passagem pela caixa, e pelo rejubilar do povinho menos contido, foram sentar-se numa mesa. Nós também, na mesa do lado. Posições inversas no que diz respeito aos sexos, para uma melhor observação na diagonal, do elemento do sexo oposto.

Observação diagonal feita, e olhando para o lugar à minha frente, pensando unicamente no que os meus olhos observavam, cheguei a uma conclusão. Não queria estar no lugar do Rubim.




domingo, março 29, 2009

Frase da Noite

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" O meu órgão é um instrumento de sopro"
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sábado, março 28, 2009

10:17

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Fui o primeiro.
Não encontrei. Perguntei. Estavam ainda a marcar. Esperei. Vieram trazer-me uma antes de porem no expositor.
Fui o primeiro feliz comprador na PresseLinha do Almada Fórum.


Não comprava uma Playboy desde 1985. Edição brasileira. Claudia Raia na capa, ainda não era uma estrela. O Sassaricando ainda não era visto por cá, e os portugueses não estavam familiarizados com "os seus melão". Partilhava o poster central com Maria Zilda, esta sim já com a fama que lhe fora trazida em Guerra dos Sexos e Vereda Tropical. A edição era dedicada às actrizes e por isso as páginas centrais que acompanhavam o poster deixavam-nos ver algumas caras bem conhecidas das novelas. Cláudia Ohana, Angelina Muniz e mais umas quantas que não me consigo agora recordar...


Caso não tenham dado muito relevo ao ano, eu relembro. Estávamos nos anos 80! Os fogos florestais não tinham ainda atingido a calamidade dos nossos dias, e acredito que fosse esse o motivo pelo qual não se apelava ao desbaste das matas. Com efeito, a floresta amazónica em particular devia estar imune ao mais incauto dos fumadores ou distraído dos piqueniqueiros.
Sim, porque caso contrário iria haver graves problemas. A Cláudia Ohana então ardia por completo antes que tivessemos tempo de dizer Fogo!


Estou a escrever isto antes de ver as fotos da nossa empresária, ex-modelo e cantora. Não tenho a mínima noção do que vou encontrar. A menina tem 31 aninhos. E se por um lado não tem a juventude estampada em cada centímetro do seu corpo, como a Cláudia em 85, por outro o Photoshop é um amigo muito querido. Já fui em tempos um grande admirador da beleza da Mónica, só não digo que delirava com ela porque seria uma piada demasiado óbvia e não queremos dessas coisas por aqui.

sexta-feira, março 27, 2009

É estúpido? Sem dúvida...

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Pergunta: Este é um post estúpido?

Resposta: Eu acho que sim. Mas não tenho cem por cento de certeza, agora fiquei na dúvida...



Question: Is it a stupid post?

Answer: It's gotta be the stupidest post I've ever seen!



Question: Ce post, est-il stupide?

Réponse: Oh, mais non! Pas du tout! C'est un cul merveilleux!


Universo dos inquiridos:
- 1 portuguesa, espectadora assídua do "Em Bom Português" das manhãs da RTP 1.

- 1 inglês (não necessariamente o Lloyd Cole) que desconhece o facto de que num certo país civilizado se chama "fio dental" a algo que conhece como "thong" e que tirando as duas primeiras letras serem iguais às duas últimas, nada tem a ver com "teeth".

- 1 francês gay, mas nacionalista, disposto a honrar o "charme" nascido na sua pátria.


domingo, março 22, 2009

Conversas de Corredor

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- Olha que a Margarida Curreia tem boas pussybilidades de promoção este ano...

- Sim, mas para mim a Isabel Culasso ganha-lhe em experiência...

sábado, março 07, 2009

Tip of the Day







Dores vaginais? Um analgésico é a solução!








Tip of the Day teve o alto patrocínio de:









segunda-feira, março 02, 2009

B.A.N.I.F. *

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Who the fuck wants a fat cow?

* Bacas Anafadas Nesta Instituição Financeira

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sexta-feira, fevereiro 20, 2009

and you give yourself away...



Through the storm we reach the shore
I give it all but you want more
I waited for you...

My hands are tied, my body bruised
You got me with nothing to win
and nothing left to lose...


With or without you?
I can't live...
With or without you...

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

P.S.



Gosto muito desta foto, e estava pensar usá-la no post anterior. Mas a primeira coisa que me veio à idéia foi uma frase proferida por um homem das letras, que não sendo mediático não deixa de ter qualidade nas suas obras, e preferi não estragar o momento.


segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Seven Deadly Sins



Menina... é uma salada de manga e camarão!




O problema dos pecados mortais não é serem sete. Não é o facto de serem muitos que obriga um pecador a ter mais que um. O problema é que eles estão irremediavelmente interligados.

Um tipo envereda pela luxuria, ao fim dum tempo o corpo ressente-se e a gula já está à espreita. Daí à preguiça é um passo muito curto. A inveja começa a fazer das suas quando pensamos no colega que vai estar de folga na manhã seguinte. Se a gula também foi líquida a ira manifesta-se, nem que seja só para chamar filha da puta a um brazuca que não é capaz de tirar a bola da pequena área.

Ah, a vaidade... essa não dá pra descrever. Teria de ser uma fotonovela, em vários capítulos.




P.S. : Não, não me esqueci da avareza... Mas receio ser identificado e perseguido por algum empregado de mesa que aqui apareça por engano.

sábado, janeiro 31, 2009

A Vida, o Amor... e as Vacas *


Nos últimos dias ouvimos, um pouco por todo o lado, falar sobre as vacas açoreanas que foram colocadas a pastar na Praça de Espanha. O intuito era o de promover o turismo da região de onde as mesmas eram oriundas. Sim senhor, é de louvar o propósito. Já a notoriedade que foi dada ao evento, quanto a mim, foi um pouco exagerada.

Ora bem, no fim de contas a idéia não tem muito de inovadora. A afamada praça da capital, ou mais em concreto a sua zona envolvente, tem recebido uns exemplares (não necessariamente insulares, mas com um grande putencial) e feito muito pela evolução da espécie.

E lembrando um comentário duma amiga... cá também as há sim, mas as badalhocas importadas têm boa cotação no mercado.


* Pena o Billy Crystal não ser mais bem parecido. Mas também com nome de drag queen...

sexta-feira, janeiro 16, 2009

Estradiol


Pronto! Reconheço a minha derrota. Ao fim de muitos anos de análise do comportamento feminino no que diz respeito ao amor/sexo (eu sei que é uma tarefa árdua, mas eu tenho muito tempo livre) pensava ser detentor de algumas verdades, que embora parecessem ser do senso comum eu confirmei na prática e com uma amostragem bastante significativa. A conclusão a que chegara, e que era apenas a confirmação da idéia que trazia desde os tempos do secundário, relacionava quer a apetência por uma maior diversidade de parceiros quer a necessidade de manter relações em paralelo com uma relação estável, com uma baixa auto-estima e com os mais diversos complexos relacionados com o próprio corpo. A necessidade de se sentir desejada, de mostrar a si própria que os homens estão a seus pés estaria na origem duma instabilidade nos relacionamentos e na necessidade de procurar sempre mais. Verifiquei estas condições com as mais variadas pesssas, quer em relacionamentos mais íntimos, quer em amigas ou mesmo só conhecidas. Tudo parecia encaixar-se naquilo que me parecia lógico. Até mesmo ao verificar-se a coexistência de sinais de baixa auto-estima com "a puta da mania", a teoria não teria obrigatoriamente de cair por terra. Afinal isso poderia ter outras causas, associadas a uma bipolaridade ou afins (pensava aqui o iluminado).

Mas afinal a verdade é bem diferente. Estudos científicos revelaram que a infidelidade feminina está directamente relacionada com a existência no organismo duma dose elevada de certa hormona. A dita provoca na mulher um aumento muito considerável da sua auto-estima e leva-a a esses comportamentos de modo a satisfazer as suas necessidades que com tudo isto são "mais que muitas".

Concluindo, quando em desabafo com um amigo, depois de descobrirem uma infelidade, não digam "Aquela gaja não passa duma puta". Usem antes a expressão "Ela não tem culpa, tem um problema hormonal".

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Tomates! Love Will Kill You!



I'm just the pieces of the man I used to be
Too many bitter tears are raining down on me
I'm far away from home
And I've been facing this alone
For much too long
I feel like no-one ever told the truth to me
About growing up and what a struggle it would be
In my tangled state of mind
I've been looking back to find
Where I went wrong

Too much love will kill you
If you can't make up your mind
Torn between the lover
And the love you leave behind
You're headed for disaster'cos you never read the signs
Too much love will kill you
Every time

I'm just the shadow of the man I used to be
And it seems like there's no way out of this for me
I used to bring you sunshine
Now all I ever do is bring you down
How would it be if you were standing in my shoes
Can't you see that it's impossible to choose
No there's no making sense of it
Every way I go I'm bound to lose

Too much love will kill you
Just as sure as none at all
It'll drain the power that's in you
Make you plead and scream and crawl
And the pain will make you crazy
You're the victim of your crime
Too much love will kill you
Every time

Too much love will kill you
It'll make your life a lie
Yes, too much love will kill you
And you won't understand why
You'd give your life, you'd sell your soul
But here it comes again
Too much love will kill you
In the end...
In the end.

quarta-feira, novembro 22, 2006

Olha... sou um desportista!


Muitos de vós ( os que conduzem) já foram certamente autuados. Eu também já o fui diversas vezes. Coisas sem demasiada gravidade, cinto de segurança, estacionamento, etc...

Hoje foi diferente, ainda bem que há dias assim para quebrar a rotina. Sou mandado encostar depois de ter saído da ponte por uma viatura de cor branca, com dois agentes com ar muito simpático. Depois de cumpridas as formalidades iniciais sou informado que, e passo a citar, " o senhor vai ser autuado... por condução desportiva".

Ok... paremos aqui. O primeiro instinto foi olhar para baixo, para a zona dos pedais, mas de facto não trazia calçados nenhuns ténis, ou como se diz em "americano", sneakers. De calções também não estava certamente pois o dia não era propriamente dos mais quentes. Fato de treino não uso desde os tempos de escola, em que ostentava orgulhosamente um daqueles todos vermelhos, com as belas riscas brancas na parte exterior das mangas e pernas (minto... já depois dos 20 comprei um da Adidas, daqueles iguais aos da selecção nacional, azuis escuros e com umas listas verde alface e rosa choque... o drama, a tragédia, o horror...).

De repente fiquei aterrorizado! "Bolas, não acredito que trouxe o capacete!" Na noite anterior estivera a jogar NFSU, e como sou um menino muito aplicado em tudo o que faz, para além de ter uns pedais, um volante e um banco da "recaro", também jogo de capacete. Realismo, meus amigos, ou se fazem as coisas bem ou então não se fazem.

Mas não, embora bastante ensonado pelas poucas horas dormidas, dicilmente me passaria despercebido tal facto, ao tomar duche, fazer a barba, lavar os dentes...

Um pouco perplexo, balbuciei as palavras da ordem: " O que é que eu fiz?"

- Não sabe o que faz? Não se lembra o que fez em cima da ponte?

Paremos novamente. Tentado percorrer mentalmente todos os desportos motorizados que conhecia, os meus conhecimentos não sendo excelentes são bem razoáveis, não consegui lembrar-me de nenhum que envolvesse pontes. Condução desportiva?! Bah! Ainda se fosse por condução perigosa, um tipo até ficava inchado de orgulho. Desafiar o perigo logo pela manhã, a adrenalina a correr nas veias, o suor a correr pela testa... isso sim era de valor. E as "gajas" gostam.

"A minha bela SW com 1400 cc e uns míseros 75 cv, mal se consegue arrastar, por isso não será por aí"- pensei eu, pondo logo de parte a idéia dum embirranço com a viatura.

Afinal parece que passei da faixa direita para a do meio, e desta para a esquerda com um intervalo de tempo demasiado pequeno. Bolas! Essa merda não vem no Código da Estrada!

Ainda me lembrei de perguntar se tinha batido algum record de tempo, nem que fosse o nacional já era motivo de algum orgulho. Mas preferi não o fazer, para não aquecer os ânimos. Perguntei apenas se no cadastro não podia ficar condução perigosa. Como o olhar do agente da autoridade não me pareceu muito condescendente preferi fingir que tinha o telemóvel a vibrar e atendi uma chamada da mãe, enquanto ele preenchia a papelada.

" Sim, mãe. Não dizias que eu devia fazer desporto, porque passo muitas horas a trabalhar à secretária? Pois é, já não te precisas de preocupar. Eu agora faço exercício logo pela manhã antes de ir para o trabalho"

sexta-feira, novembro 17, 2006

The Frog Princess and the Donkey Prince


I met a girl, she was a frog princess
I guess I ought to make it clear
That I saw nothing through her see-through dress
Until she whispered in my ear
- * -
You don't really love me and I don't really mind
'Cause I don't love anybody,
That stuff is just a waste of time
Your place or mine?
- * -
I met a girl, she was a complete mess
I should've left her well alone—but oh no, not me!
I had to see if underneath that dress
Her heart was really made of stone
- * -
I met a girl, she was a frog princess
And yes I do regret it now
But how was I to know that just one kiss
Could turn my frog into a cow?
- * -
And now I'm rid of her I must confess
To thinking 'bout what might have been
And I can visualise my frog princess
Beneath a shining guillotine
- * -
You don't really love me and I don't really mind
'Cause I don't love anybody,
I come and go through people's love lives
Your place or mine?

quinta-feira, novembro 16, 2006

Já sei fazer um broche



"Aprender até morrer", dizem os antigos. "Burro velho não aprende línguas" defendem outros. Como já não sou propriamente um puto de tenra idade posso afirmar seguramente que estou em condições de poder testar estas duas máximas. Certo, certo é que por vezes aprendemos coisas que não estavam nas nossas previsões, e que esperamos nunca vir a utilizar na prática. Mas como o saber não ocupa lugar estou aberto a tudo o que me queiram expor. Neste caso específico até pode ter os seus benefícios: poder ensinar a alguém para nosso próprio proveito.

O meu curso foi de curta duração, teve apenas uma aula, e teórica. Não serei portanto um profissional qualificado no ramo, nem sei se alguma vez usarei o meu canudo (entenda-se: diploma). Até porque é do conhecimento geral que saber seguir uma receita não chega para ser um bom cozinheiro. Posso dar a matéria a dúzias de alunas e não conseguir colocá-las nos mesmos índices de sucesso que a autora da técnica ensinada.

Seja como for não me vejo no ramo do ensino, quanto mais não seja para não banalizar algo pessoal de alguém por quem tenho grande apreço. Podem por isso ficar descansados e ler este post até final, pois não vou aqui revelar pormenores.

Se entretanto me passar para o team adversário, já levo comigo uma mais-valia. É bem melhor que andar a passar por virgem novamente...

segunda-feira, novembro 13, 2006

Desilusão





O Oliver Tsubasa é avó do Ruca!!!






Quando eu era criança não tinha choques destes. Só tinha uma série de desenhos animados a quem ser fiel. Ora era a Abelha Maia ( a tal que lhe esporraram para a saia), ora o Marco (o puto prodigio que conseguiu iludir o SEF lá do sítio) ou então o Bana e Flapi ( que corriam pela floresta feitos doidos numa época em que ainda não tinham inventado o Exctasy), bons tempos...

Ora quando acabava um e começava um novo a malta até ficava com idéia que algumas personagens eram familiares. Irene Cruz e companhia eram os verdadeiros culpados da situação, mas para putos de primária o crime passava um pouco despercebido.

Agora a coisa é mais grave. Temos o canal Panda, que passa uma infinidade de séries animadas em sessões contínuas, qual Olímpia da pequenada. E aqui é impossível não dar pela promiscuidade vocal que impera. Claro que um miudo de 2 anos tá-se a cagar pra cena. Mas para o pai que dormita no sofá enquanto esta pouca vergonha acontece ao alcance dos seus ouvidos, a situação é algo confusa. Ora vejamos, não tendo um relógio de sala nem de pulso, nem tão pouco o telemóvel ao pé, a maneira mais prática de saber se já são horas de ir fazer o almoço da criancinha é através da série que está a dar. Numa primeira fase, em que a voz é perceptível mas as palavras ainda algo difusas, fico à nora. Tenho de me sujeitar a perder o sono e passar à segunda fase, ao esforçar-me para perceber o texto, de modo a identificar as personagens.

Agora suponhamos que um belo dia a avó do Ruca se lembra de jogar à bola com o neto no quintal. Fica o caldo entornado, pensando eu que estou a ouvir o Tsubsa a incitar os companheiros da New Team para marcarem um golo ao Toho. A soluçao é passar à fase três, abrir a pestana.

É duro ser pai nestas condições!